Consultórios

   Psicoterapia Junguiana  

Temos mais um ótimo e acolhedor consultório para oferecer atendimentos de Psicoterapia Junguiana. Agora também em Pinheiros-SP, em frente ao Sesc Pinheiros e próximo ao metrô Faria Lima. Além de continuarmos com os atendimentos na Vila Madalena-SP, Jundiaí-Vila Liberdade e Via Skype. Acessem também nossa pagina no Facebook!                     https://www.facebook.com/vivavidasvivas 

Pinheiros – SP – (próximo ao Metrô Faria Lima – em frente ao Sesc)

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* 50% de desconto para Aposentados e Pensionista(a partir de 60 anos) e Estudantes(entre 15 e 25 anos), em sessões quinzenais para alguns horários disponíveis em Pinheiros… Interessados, entrem em contato via E-mail: roapcorrea@gmail.com  *   Sobre Sessões: https://psicoterapiajunguiana.com/sessoes/

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Vila Madalena – SP – (próximo ao Metrô Vila Madalena)

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Rosangela Corrêa – Psicoterapeuta – Especialista em Psicologia Junguiana

E-mail: roapcorrea@yahoo.com – Face: rosangela.apa.correa  –  Cel.: 55(11)9.9883-4347

Consultórios: São Paulo – Pinheiros e Vila Madalena(2 quadras dos metrôs) / Jundiaí – Vila Liberdade

Atendimentos via Skype: rosangela.a.correa


Sobre Sessões de Analises: https://psicoterapiajunguiana.com/sessoes/

Sobre Psicoterapia: https://psicoterapiajunguiana.com/psicoterapia/

Sobre Workshops: https://psicoterapiajunguiana.com/workshop/


 

 

Psicoterapia! Será que preciso?!?… Para que???

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Após temporada de férias e carnaval tardio deste ano… Finalmente, o “Ano Novo” começou, e já bem acelerado. Para muitos, há inúmeras atividades, expectativas e planos para fazer ajustes e/ou mudanças em alguns seguimentos da vida! E justamente por isto, muitos colocam em prática alguns desejos e/ou ações necessárias em prol destes anseios.

Alguns focam no físico(saúde/estético), iniciando atividades física, massagens, dietas, etc…; Outros priorizam o intelecto, engajando em cursos de várias ordens(profissionais, idiomas e especialidades diversas; Outros ingressam em grupos religiosos, filosóficos, comunitários, e afins… Enfim, o cenário tempo/espacial tende a ficar extremamente propício a estas intervenções no cotidiano! E valendo-me deste momento fértil, quero convidá-los para também considerarem o início e/ou retomada do processo analítico pessoal (Psicoterapia).

galeria_5612_1_atendimentos-de-saude-psicoterapeuta- DuvidasAproveito também para desmistificar o conceito que muitos têm sobre fazer Psicoterapia, iniciando um processo analítico e consequentemente conhecendo-se melhor, visto que alguns acreditam que só se utiliza estes recursos terapêuticos, quando se está “louco” e/ou absolutamente perturbado por questões diversas! Entretanto, as práticas de psicoterapias objetivam a tomada de consciência dos respectivos conteúdos e dinâmicas de vida do próprio indivíduo, que por vezes, estão completamente imersos nos padrões “normóticos” da sociedade e/ou meio em que vivem, muitas vezes inconscientes dos padrões destrutivos que experimentam e promovem. Sendo assim, quando entendermos que os recursos terapêuticos podem e deve ser usados profilaticamente, minimizaremos consideravelmente as mazelas pessoais e coletivas que nos cercam!

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Sou especialista em Psicologia Junguiana, e estou à disposição daqueles, que em suas resoluções, optem por iniciar um processo de Reflexões e Entendimentos sobre Si. Bancando  e  Assumindo  o  trabalho  interno  para  InterAGIR   e   CRIAR  condições  para  melhor compreensão:

  • …do que já não nos serve mais, mas que ainda estamos vinculados por puro hábito(rotina), vício ou preguiça;
  • …da parte que nos cabe em cada situação, muitas vezes recorrente, seja através de nossas ações ou experimentando os resultados das ações de terceiros;
  • …do que É, e do que, de fato, NÃO é nosso, mas que carregamos, defendemos, usamos, personificando e propagamos, visto que na maioria das vezes foram “herdados” inconscientemente da família, empresa, sociedade, etc.
  • Entre outras questões inerentes a todo e qualquer ser humano.

Costumo dizer que o processo terapêutico, por vezes, pode ser dilacerante, mas exponencialmente libertador na medida em que tomamos consciência e posse de nós mesmos.

Além de vocês, peço que compartilhem este convite com pessoas que possam, de alguma maneira, se beneficiar com os resultados deste trabalho.

Desde já agradeço a sua colaboração e estou à disposição. 

 

Rosangela Corrêa – Psicoterapeuta – Especialista em Psicologia Junguiana

E-mail: roapcorrea@yahoo.com – Face: rosangela.apa.correa  –  Cel.: 55(11) 9.9883-4347

Consultórios: São Paulo – Pinheiros e Vila Madalena – (2 quadras do metrô) / Jundiaí – Vila Liberdade

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Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar.

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O mito de Dédalo e Ícaro é muito interessante e permite algumas inter-relações com nossas próprias dinâmicas pessoais. Recentemente, ouvi o Karnal, em um quadro novo da rádio BandNews, contando o mito resumidamente, com alguns ajustes e mais direcionado para o desfecho que envolve Ícaro. Traçando uma breve analogia com as opções que temos em nossas próprias vidas, que embora seja apenas um aspecto do mito já permite uma bela reflexão pessoal do que andamos fazendo conosco! E por isto compartilho por aqui também.

 Por Leandro Karnal(Quadro Carecas de Saber)

A mitologia é uma forma de você traduzir para as pessoas, princípios, medos, questões universais. Os gregos falavam de um arquiteto Dédalo que tinha um filho, Ícaro. Os dois construíram um labirinto do qual ninguém conseguia sair, e foram condenados a estar dentro deste labirinto. Dédalo que era um gênio das ideias, construiu asas com cera das abelhas e com penas dos pássaros, para ele e para o filho. Dédalo e Ícaro voaram para fora de labirinto, mas o pai Dédalo, advertiu ao filho Ícaro que não se aproximasse muito do Sol. icaro-e-dedalo-despencandoÍcaro foi fascinado pelo carro de Apolo, como os gregos chamam o Sol. Ícaro se aproximou e foi olhando cada vez mais este Sol, cada vez mais quente e brilhante. A cera derreteu e ele caiu no mar, morrendo, mar que até hoje na Grécia é chamado de Mar de Ícaro.

Com isto os gregos queriam dizer, que nós estamos diante dos riscos da ousadia, com isto os gregos insistiam que há um custo a pagar pelos seus sonhos. Se você sonha alto demais, você pode cair e morrer, se você se aproxima demais do Sol e não tem estruturas nas suas asas, você pode perder, se você voa junto ao mar, você estará mais seguro, mas nunca vai produzir nada notável, nada fora de toda e qualquer questão prevista. Conseguir equilibrar a ousadia, a ambição, conseguir equilibrar de forma que você chegue cada vez mais longe é a grande ambição de todos. Saber se isto é proporcional ao tamanho das asas que você tem, saber se isto é possível para sua energia e pra sua capacidade, é um grande gesto de equilíbrio.

O mito de Dédalo e Ícaro nos adverte sobre a alegria de fazer sempre o mesmo, e o risco de ousar. É uma capacidade que nós temos que ter no equilíbrio da vida.

 

Rosangela Corrêa – Psicoterapeuta – Especialista em Psicologia Junguiana

E-mail: roapcorrea@yahoo.com – Face: rosangela.apa.correa  –  Cel.: 55(11) 9.9883-4347

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Sonhos – Como possibilidades de recados do Inconsciente (Self) para o Consciente (ego).

Cobra X Maça - Linda imagemO sonho tem provocado a curiosidade humana desde a Antigüidade, os avanços científicos do século XX e as descobertas que se prenunciam para o século XXI, principalmente no campo da Física Quântica e da Psicologia, levarão a uma compreensão mais adequada do campo dos sonhos.

Entre outros recursos, através dos sonhos o Inconsciente (Self) manda mensagens para o Consciente (ego). Considerando os sonhos como mensagens ao sonhador, Jung afirma que a consciência tende a rejeitar ou ignorar aquilo que é novo ou desconhecido. Os sonhos devem ser tratados sem suposições prévias e sim como expressões do inconsciente. Sua linguagem é completamente simbólica e nem sempre encontra correlações na cultura do sonhador e/ou raciocino lógico do mesmo. Sua mensagem, portanto, se levada ao pé da letra, nem sempre poderá ser compreendida. E muitas vezes, poderá apresentar conteúdos perturbadores, revelando os mais dramáticos conflitos interiores e, por ser inconsciente, pode levar o indivíduo à ansiedade, à angústia e a estados de humor incontroláveis. Pelo mesmo motivo, podem também, levar o sonhador a estados felizes e ditosos incomensuráveis, aliviando as tensões entre o consciente e o inconsciente.

É importante lembrar que todos sonhamos, todos dias, ou melhor nos períodos que dedicamos ao sono, mas muitas vezes não nos lembramos de nossos sonhos, por questões diversas, e dentre elas está a indiferença que temos por este fenômeno, seja por distração ou por ignorarmos o manancial de recurso que ele pode nos oferecer. Ampliando simbolicamente, todos os personagens, elementos, localizações do sonho, apresentam impreterivelmente, aspectos e conteúdos do próprio sonhador, possibilitando ainda mais os estudos e compressão do si mesmo. Os sonhos são atemporais e aespaciais, relativizando noções de causalidade. Jung dizia que o sonho não é o resultado de uma continuidade da experiência, mas o resíduo de uma atividade que se exerce durante o sono.

Especialmente para os psicoterapeutas, durante os processos analíticos, é possível que através dos sonhos dos clientes possamos estabelecemos diálogos permanente entre o que ele(cliente), conscientemente, não consegue dizer, mas que lhe será extremamente salutar saber, perceber, tomando consciência de suas próprias dinâmicas. Além do caráter pedagógico, os sonhos apresentam também elementos compensatórios e eventualmente premonitórios, mas que nem por isto deixam de se relacionar com o contexto de vida do próprio sonhador, mesmo que o sonho à primeira vista não apresente relação com este.

Falar sobre os sonhos, pois diz de si mesmo, é imensamente benéfico a saúde psíquica do indivíduo. Tanto melhor para aqueles que estão dispostos a empreender um trabalho analítico, ampliando a compressão de seus conteúdos oníricos com um analista/psicoterapeuta. Entretanto, para aqueles que ainda não começaram uma investigação pessoal deste tipo, mas que já tem o mínimo de curiosidade, termino este breve texto sobre o assunto, propondo um desafio!

Ao acordar procure observar se lembra de seus sonhos, pois podem ser mais de um por sono, e/ou ao logo do dia, caso esqueçam de observar pela manhã. E se lembrarem, mesmo que sejam fragmentos, dedique algum tempo para anotá-los ou gravá-los (pode ser no celular mesmo…). E procure comentar sobre eles com pessoas de seu convívio e estimule-as a lembrar de seus respectivos sonhos e compartilha-los também… Na antiguidade, as famílias contavam seus sonhos nas horas das refeições, intuitivamente, lançavam mão deste importante recurso terapêutico para fazer associações com o cotidiano, beneficiando de muitas maneiras suas vidas, seja por refletir mais detidamente sobre uma questão, seja por considerar outra perspectiva abordada por alguém que ouviu seu relato, e/ou por tantas outras possibilidades que possam surgir destes compartilhamentos de relatos oníricos.

 

Rosangela Corrêa – Psicoterapeuta – Especialista em Psicologia Junguiana

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